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Mercado de trabalho: Pensando em atuar no setor da saúde? Então prepare-se para ler muito


05/12/2017

​É o que sugere a profissional de Educação Física Claudia Guimarães; nessa entrevista ela conta como entrou na área e suas principais dificuldades para promover saúde dos participantes de Programa Academia da Saúde de Nova Tebas



A graduação está chegando ao fim e ainda não sabe que caminho seguir? Essa é uma realidade experimentada por muitos acadêmicos de Educação Física. Embora as academias sejam ainda o segmento que mais emprega no país, o profissional vem ganhado espaço no setor de saúde, diante do reconhecimento de seu papel na melhoria da qualidade de vida das pessoas.

Na edição de Setembro do Boletim Informativo do CREF9/PR, a reportagem “Saúde: o Mercado do Futuro da Educação Física” contou a experiência do Conselheiro Marcelo Hagebock Guimarães, atual presidente do Conselho Estadual de Saúde do Paraná, função que nunca no Brasil havia sido encabeçada por um profissional da Educação Física. A matéria também destacou a trajetória de Diego Spinoza, outro profissional de Educação Física que desponta na área, atuando como Conselheiro Estadual de Saúde.

Hoje compartilhamos a história de Claudia Heller Cunha Guimarães, bacharel pela Faculdade Integrado de Campo Mourão e especialista em Atividade Física e Saúde, pela Unicentro. Claudia é coordenadora do Programa Academia da Saúde de Nova Tebas, no interior do Estado. É também apoiadora da equipe do NASF (Núcleo de Apoio à Saúde da Família) e faz parte do Conselho Municipal de Saúde da cidade.

O ingresso de Claudia na área de saúde se deu a convite da Secretaria Municipal de Saúde de Nova Tebas, para atuar no Programa Academia da Saúde. “Não foi nada fácil uma recém formada cair na área tão pouco explorada pela Educação Física, mas a minha paixão pelo setor era tamanha que fui estudando, lendo, visitando os municípios”, lembra a profissional.

Ela lembra que, quando ingressou na faculdade, nem sabia da possibilidade de atuação na área da saúde, e se sentia perdida sobre que rumo profissional tomar quando estava na graduação. “E de repente no oitavo período da faculdade tive a disciplina de saúde coletiva. Foi ai que tive o meu primeiro contato com a área da saúde pública, através dessa disciplina, onde fiquei conhecendo um pouco dessa área, ainda tão pouco falada tanto dentro da saúde pública, quanto na educação física. Eu me apaixonei pela matéria e a partir daí comecei a pesquisar e ler muito sobre essa atuação”, conta.